Contribuir para o PGBL ou pagar o IR e investir na carteira?

O PGBL reduz o IR de hoje, mas no resgate o imposto incide sobre o saldo inteiro, e a taxa de administração, quando existe, sai do rendimento todo ano. O simulador compara quem contribui e investe a restituição com quem paga o IR e investe o mesmo valor numa carteira. Coloque o seu caso e veja quem chega à idade escolhida com mais patrimônio e quanto o plano precisa render para compensar.

2.000 cenários simuladosMesma renda e mesmo consumoIR ano a ano dos dois lados

Modelo de Cristian Waschburger, sócio da Beginity Capital.

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O resultado

Exemplo preenchido: troque pelos seus números.

Recalculando

Calculando cenários…

Patrimônio mediano com PGBL
–
Patrimônio mediano sem PGBL
–
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Quanto o plano precisa render para empatar

O retorno de equilíbrio é o rendimento anual do plano, já sem a taxa, que faz os dois caminhos empatarem na idade final. Acima dele, o PGBL tende a sair na frente; abaixo, pagar o IR e investir. É uma conta com retornos médios, sem sorteio.

Retorno de equilíbrio do plano

Rendimento líquido, em % ao ano

Carteira, já sem custos–
Plano precisa render–
Plano rende, já sem a taxa–

Como essa conta é feita

Até onde a taxa de administração compensa

PGBL à frenteCarteira à frentetaxa informada
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De onde vem a diferença

Quanto o PGBL reduz o IR no primeiro ano e o peso de cada efeito no patrimônio final: o IR diferente no resgate, a restituição investida e o rendimento do plano.

No primeiro ano

Quanto a contribuição reduz o IR, pela tabela anual de 2026 com a redução da Lei 15.270/2025. O simulador escolhe, em cada caso, a declaração mais barata: completa ou simplificada.

Até a idade final, efeito por efeito

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Ano a ano: quem fica à frente e quando

Como o patrimônio dos dois caminhos evolui, em que idade cada um passa à frente e o que muda com a idade do resgate.

A linha é a mediana: metade dos cenários fica acima dela, metade abaixo. A faixa cobre 80% dos cenários, sem os 10% mais baixos e os 10% mais altos.

PGBL + restituição investidaPaga o IR e investe na carteirafaixa de 80% dos cenários
Ver a tabela ano a ano

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Como o simulador funciona

Premissas, regras de IR usadas e o que fica de fora da conta.

  • As duas pessoas têm a mesma renda e o mesmo consumo. Quem faz o PGBL aporta a contribuição no plano e, quando a restituição chega, investe a economia de IR na carteira. Quem não faz paga o IR integral e investe na carteira o mesmo valor que o outro aportou no plano.
  • A economia de IR é calculada ano a ano pela tabela progressiva anual, comparando a declaração completa com a simplificada. As faixas são corrigidas pelo IPCA ao longo do tempo. Isso é uma premissa: sem correção, a economia real cresce.
  • No resgate, o PGBL paga IR sobre o saldo total, contribuições e rendimentos. Na tabela regressiva, cada aporte tem a sua alíquota conforme o tempo de permanência, de 35% (menos de 2 anos) a 10% (mais de 10 anos). Aportes feitos perto do resgate pagam mais.
  • O patrimônio mostrado em cada idade desconta o IR que seria pago se tudo fosse resgatado naquela data: o do plano e o IR latente da carteira.
  • Dentro do plano não há IR até o resgate. Na carteira, a parcela dos ganhos realizada a cada ano paga IR naquele ano e o resto fica diferido.
  • Os retornos são sorteados mês a mês de distribuições lognormais. No modo “Mesma carteira”, o plano sofre os mesmos choques da carteira. No modo “Percentual do CDI”, o plano tem choques próprios, pequenos, e não acompanha a carteira.
  • Os retornos médios e os desvios padrão das carteiras vêm do Simulador de Alocações da Beginity Capital (jan/2005 a ago/2026). O CDI médio do período foi 10,7% ao ano. Levantamento da Spiti de 2022 mostrou que 96% dos fundos de previdência de renda fixa renderam menos que o CDI em mais de dez anos.
  • Ficam de fora: VGBL, portabilidade, carregamento na entrada ou na saída, mudanças futuras na legislação e a interação detalhada com o imposto mínimo, que o campo de benefício perdido aproxima.