O resultado
Exemplo preenchido: troque pelos seus números.
Calculando cenários…
Quanto o plano precisa render para empatar
O retorno de equilíbrio é o rendimento anual do plano, já sem a taxa, que faz os dois caminhos empatarem na idade final. Acima dele, o PGBL tende a sair na frente; abaixo, pagar o IR e investir. É uma conta com retornos médios, sem sorteio.
Retorno de equilíbrio do plano
Rendimento líquido, em % ao ano
Como essa conta é feita
Até onde a taxa de administração compensa
De onde vem a diferença
Quanto o PGBL reduz o IR no primeiro ano e o peso de cada efeito no patrimônio final: o IR diferente no resgate, a restituição investida e o rendimento do plano.
No primeiro ano
Quanto a contribuição reduz o IR, pela tabela anual de 2026 com a redução da Lei 15.270/2025. O simulador escolhe, em cada caso, a declaração mais barata: completa ou simplificada.
Até a idade final, efeito por efeito
Ano a ano: quem fica à frente e quando
Como o patrimônio dos dois caminhos evolui, em que idade cada um passa à frente e o que muda com a idade do resgate.
A linha é a mediana: metade dos cenários fica acima dela, metade abaixo. A faixa cobre 80% dos cenários, sem os 10% mais baixos e os 10% mais altos.
Em cada idade, a linha mostra em que percentual dos cenários o lado com PGBL tem mais patrimônio líquido. Acima de 50%, o PGBL fica à frente na maioria deles.
Cada barra reúne cenários com a mesma diferença, na idade final, entre o patrimônio com PGBL e o patrimônio sem PGBL. À direita do zero, o PGBL termina à frente.
Ver a tabela ano a ano
6Como o simulador funciona
Premissas, regras de IR usadas e o que fica de fora da conta.
Como o simulador funciona
Premissas, regras de IR usadas e o que fica de fora da conta.
- As duas pessoas têm a mesma renda e o mesmo consumo. Quem faz o PGBL aporta a contribuição no plano e, quando a restituição chega, investe a economia de IR na carteira. Quem não faz paga o IR integral e investe na carteira o mesmo valor que o outro aportou no plano.
- A economia de IR é calculada ano a ano pela tabela progressiva anual, comparando a declaração completa com a simplificada. As faixas são corrigidas pelo IPCA ao longo do tempo. Isso é uma premissa: sem correção, a economia real cresce.
- No resgate, o PGBL paga IR sobre o saldo total, contribuições e rendimentos. Na tabela regressiva, cada aporte tem a sua alíquota conforme o tempo de permanência, de 35% (menos de 2 anos) a 10% (mais de 10 anos). Aportes feitos perto do resgate pagam mais.
- O patrimônio mostrado em cada idade desconta o IR que seria pago se tudo fosse resgatado naquela data: o do plano e o IR latente da carteira.
- Dentro do plano não há IR até o resgate. Na carteira, a parcela dos ganhos realizada a cada ano paga IR naquele ano e o resto fica diferido.
- Os retornos são sorteados mês a mês de distribuições lognormais. No modo “Mesma carteira”, o plano sofre os mesmos choques da carteira. No modo “Percentual do CDI”, o plano tem choques próprios, pequenos, e não acompanha a carteira.
- Os retornos médios e os desvios padrão das carteiras vêm do Simulador de Alocações da Beginity Capital (jan/2005 a ago/2026). O CDI médio do período foi 10,7% ao ano. Levantamento da Spiti de 2022 mostrou que 96% dos fundos de previdência de renda fixa renderam menos que o CDI em mais de dez anos.
- Ficam de fora: VGBL, portabilidade, carregamento na entrada ou na saída, mudanças futuras na legislação e a interação detalhada com o imposto mínimo, que o campo de benefício perdido aproxima.